Essa lista junta o QI dos famosos que mais circulam na internet. Quase tudo aqui é estimativa de revista. O filtro Mensa mostra quem passou num teste supervisionado de verdade (corte: 2% mais alto). Teste publicado é boletim escolar, tribunal ou arquivo, não Mega Test pelo correio. O resto é chute. Trate o número como curiosidade, não como laudo.

A ordem padrão é do maior para o menor. Dá para filtrar por faixa, área, Mensa, teste, vivo ou falecido, e Brasil. Se quiser o seu número, tem o teste de QI daqui do site. Para o retrato do país, a lista de QI médio por país.

QI dos Famosos

  1. Teste seu QI

    Faça o teste de QI oficial da Mensa, grátis e sem cadastro. No final você volta aqui e procura o vizinho na lista.

    Teste seu QI
  2. Kim Ung-Yong

    Coreano, prodígio de capa de jornal nos anos 60. NASA, física, depois uma vida mais quieta. O 210 é o número que as listas de gênio infantil nunca largaram.

    Kim Ung-Yong
  3. Nathan Leopold

    Estudante de Chicago que, com Richard Loeb, assassinou um garoto em 1924 para "provar" que eram superiores. O QI altíssimo que se cola nele vem do processo, não de um teste moderno.

    Nathan Leopold
  4. Christopher Langan

    Esquire o chamou de homem mais inteligente da América. Mega Test pelo correio, teste na TV que bateu no teto e não publicou número. O 195 é manchete, não laudo.

    Christopher Langan
  5. Rick Rosner

    Roteirista de TV obcecado por teste de QI extremo, autoaplicado. O 192 não passou por bateria clínica publicada. Fica como estimativa.

    Rick Rosner
  6. Garry Kasparov

    Russo, um dos maiores enxadristas da história. Depois do tabuleiro virou comentarista político. O 190 circula há décadas em listas desse tipo.

    Garry Kasparov
  7. Isaac Newton

    Físico e matemático inglês. Gravidade, cálculo, óptica. Ninguém mediu o QI dele; o número é estimativa de biógrafos brincando de ranking póstumo.

    Isaac Newton
  8. John von Neumann

    Matemático húngaro-americano, computador, teoria dos jogos, bomba. O 190 é estimativa; o currículo não precisa dela.

    John von Neumann
  9. Magnus Carlsen

    Norueguês, campeão mundial por anos. O QI que aparece ao lado do nome costuma ser inferido do rating de xadrez, não de um exame publicado.

    Magnus Carlsen
  10. Voltaire

    Escritor e filósofo francês. Outro QI inventado depois da morte. O que sobra é o volume de texto e a briga com a Igreja.

    Voltaire
  11. Nikola Tesla

    Inventor da corrente alternada e de um monte de ideia que a indústria elétrica ainda usa. O QI é póstumo e inflado; o currículo de patentes se defende sozinho.

    Nikola Tesla
  12. Bobby Fischer

    Americano que quebrou a hegemonia soviética no xadrez em 1972. Gênio no tabuleiro, vida adulta complicada. O número acompanha a lenda.

    Bobby Fischer
  13. Galileo Galilei

    Luneta, inércia, briga com Roma. QI póstumo, como Newton. O telescópio é o dado duro.

    Galileo Galilei
  14. Johann Wolfgang von Goethe

    Fausto, cores, anatomia. Polímata alemão. As listas botam 185 porque 180 já estava ocupado.

    Johann Wolfgang von Goethe
  15. Marie Curie

    Duas vezes Nobel, rádio e polônio. Outro caso em que o número é chute de lista; o que não é chute é o laboratório.

    Marie Curie
  16. Stanley Kubrick

    2001, Laranja Mecânica. Sites americanos chegam a cravar 200. Aqui fica 185 e a ressalva: é lenda de set, não laudo.

    Stanley Kubrick
  17. Alan Turing

    Máquina de Turing, Enigma, computador. Estimativa alta e justa no espírito; o número em si é chute.

    Alan Turing
  18. Benjamin Netanyahu

    Primeiro-ministro de Israel. O QI altíssimo que roda em sites americanos é especulação de perfil político, não laudo.

    Benjamin Netanyahu
  19. James Woods

    Ator americano. O 180 aparece em perfil antigo de revista e nunca mais saiu das listas, mesmo sem boletim da Mensa.

    James Woods
  20. Leonardo da Vinci

    Pintor, engenheiro, anatomista. Listas de QI adoram jogá-lo no topo. Não havia teste no século XV; havia caderno.

    Leonardo da Vinci
  21. William Shakespeare

    O teatro em inglês ainda gira em torno dele. QI de Bardolatria: ninguém aplicou teste em 1600.

    William Shakespeare
  22. Rowan Atkinson

    O Mr. Bean. Antes da cara de borracha, engenharia elétrica em Oxford. O 178 é um dos números mais repetidos deste tipo de lista.

    Rowan Atkinson
  23. Carl Sagan

    Astrônomo que levou cosmos para a TV. Popularizou ciência sem simplificar até virar slogan. QI estimado, obra não.

    Carl Sagan
  24. Roger Moreira

    Guitarrista do Ultraje a Rigor. Consta na lista da Wikipédia de membros da Mensa. O 172 é rumor de revista; a associação é o que dá para cravar.

    Roger Moreira
  25. Ada Lovelace

    Primeiro algoritmo pensado para máquina. Filha de Byron, parceira de Babbage. QI póstumo; o comentário sobre a Máquina Analítica não.

    Ada Lovelace
  26. Brian May

    Guitarra do Queen e doutor em astrofísica. Voltou à tese depois do estádio. Um dos poucos desta lista em que a ciência é diploma, não metáfora.

    Brian May
  27. James Cameron

    Titanic, Avatar, mergulho em fossa. Engenharia de filme. O 170 circula em ranking de celebridade há anos.

    James Cameron
  28. Judit Polgár

    Húngara, a enxadrista mais forte da história no ranking geral. Enfrentou Kasparov e Carlsen no mesmo circuito dos homens.

    Judit Polgár
  29. Ken Jennings

    O americano que quebrou o Jeopardy! em 2004 e depois virou apresentador do programa. Quiz como profissão.

    Ken Jennings
  30. Stephen Hawking

    Físico britânico, buracos negros, Uma breve história do tempo. Ele mesmo zoava a obsessão com QI. O número nas listas é estimativa.

    Stephen Hawking
  31. Ted Kaczynski

    Matemático de Harvard que virou o Unabomber. O 167 vem de teste na 5ª série, citado nas biografias. Não é Mega Test nem chute póstumo.

    Ted Kaczynski
  32. Charles Darwin

    A Origem das Espécies. O 165 é decoração de lista; a caderneta do Beagle é o trabalho.

    Charles Darwin
  33. Elon Musk

    Tesla, SpaceX, X. O 165 é o número que a internet escolheu para ele. Não há teste público. Há empresas e palco.

    Elon Musk
  34. Wolfgang Amadeus Mozart

    Compositor austríaco. Outro QI póstumo: ninguém aplicou Raven em 1780. O catálogo de obras é o que sobra de concreto.

    Wolfgang Amadeus Mozart
  35. Mayim Bialik

    Atriz de The Big Bang Theory com doutorado em neurociência. O QI nas listas varia; o PhD não.

    Mayim Bialik
  36. Albert Einstein

    Relatividade. O 160 é o piso que as listas aceitam; estimativas sobem sem fonte. Ele não fez o teste que você faz no celular.

    Albert Einstein
  37. Angela Merkel

    Ex-chanceler da Alemanha, doutora em química quântica. O número nas listas é estimado; a tese existe de verdade.

    Angela Merkel
  38. Benjamin Franklin

    Para-raios, almanaque, Filadélfia. Polímata americano. Estimativa de patriotismo tanto quanto de ciência.

    Benjamin Franklin
  39. Bill Gates

    Cofundador da Microsoft, hoje filantropo. Harvard abandonada, fortuna não. O QI 160 é o clichê da dupla Gates-Jobs.

    Bill Gates
  40. Conan O'Brien

    Apresentador americano, Harvard, escritor de Simpsons antes do talk show. O QI alto combina com o texto; a cara de peixe não.

    Conan O'Brien
  41. D. Pedro II

    Imperador brasileiro, poliglota, conversava com cientistas. As listas nacionais gostam de 160. O arquivo da biblioteca dele é mais sólido que o número.

    D. Pedro II
  42. Dolph Lundgren

    O Ivan Drago de Rocky IV. Sueco, mestrado em engenharia química, bolsista Fulbright. O corpo chamou mais atenção do que o diploma.

    Dolph Lundgren
  43. Isaac Asimov

    Fundação, robôs. Foi vice-presidente da Mensa International. O 160 é o valor de lista; a ficha da associação está no livro de memórias.

    Isaac Asimov
  44. Quentin Tarantino

    Diretor de Pulp Fiction e Kill Bill. Autodidata de videolocadora. O 160 é folclore de entrevista, não diploma.

    Quentin Tarantino
  45. Steve Jobs

    Cofundador da Apple. Listas empilham 160 nele e no Gates no mesmo parágrafo. O produto é mais fácil de checar do que o teste.

    Steve Jobs
  46. Sylvester Stallone

    Rocky e Rambo. O 160 aparece em perfis americanos antigos. Útil como contraponto ao estereótipo do herói de ação burro.

    Sylvester Stallone
  47. Steve Wozniak

    O outro Steve da Apple, o que realmente montava o computador. Menos palco que o Jobs, mais circuito.

    Steve Wozniak
  48. Donald Trump

    Empresário e presidente dos Estados Unidos. O 156 circula em sites de celebridade; ele mesmo já jogou números ainda maiores sem teste à vista.

    Donald Trump
  49. Jô Soares

    Apresentador, escritor, ator. O 156 aparece em matérias brasileiras de QI de famoso. O programa de entrevistas durou o que o número não explica.

    Jô Soares
  50. Sigmund Freud

    Pai da psicanálise. QI póstumo, como quase todo morto nesta página. A influência cultural não depende do número.

    Sigmund Freud
  51. César Lattes

    Físico brasileiro, méson pi. Nobel que foi para o chefe. O QI nas listas brasileiras é enfeite; o paper não.

    César Lattes
  52. Ashton Kutcher

    That '70s Show, depois investidor de startup. O 154 é o número que as listas americanas repetem quando precisam de um ator-empresário.

    Ashton Kutcher
  53. Cindy Crawford

    Modelo, oradora da turma, engenharia química interrompida. O 154 é o número que as listas usam para quebrar o estereótipo da passarela.

    Cindy Crawford
  54. Lisa Kudrow

    Phoebe em Friends. Formada em biologia, pesquisou antes da TV. O 154 acompanha essa ficha, com a ressalva de sempre.

    Lisa Kudrow
  55. Michael Jordan

    Basquete. O QI nas listas é decoração; o que está documentado é o hexacampeonato no Bulls.

    Michael Jordan
  56. Roberto Justus

    Publicitário e apresentador do O Aprendiz. Em entrevistas brasileiras o QI alto vira parte da persona de chefão.

    Roberto Justus
  57. Sharon Stone

    Instinto Selvagem, Oscar. Disse que era Mensa; em 2002 a própria Mensa dos EUA desmentiu. O 154 continua rumor. Ela nunca se associou.

    Sharon Stone
  58. Mark Zuckerberg

    Facebook, depois Meta. Harvard, programação no quarto, o resto é a rede. O 152 é estimativa de perfil, não Mensa.

    Mark Zuckerberg
  59. Nolan Gould

    O Luke de Modern Family. Mensa ainda adolescente, formou no ensino médio aos 13. Ele mesmo falou 150 em entrevista; a associação é o que está documentado.

    Nolan Gould
  60. Santos Dumont

    14-bis, Demoiselle. O QI é estimativa de herói nacional. O que está documentado é o hangar em Paris.

    Santos Dumont
  61. Stephen Fry

    Ator, escritor, QI de painel britânico. Cambridge, linguagem, rádio. O número é o de sempre; o vocabulário se defende sozinho.

    Stephen Fry
  62. David Duchovny

    Fox Mulder em Arquivo X. Passou por Princeton e Yale. O QI nas listas é o enfeite; o currículo acadêmico é o osso.

    David Duchovny
  63. Jeff Bezos

    Amazon, Blue Origin. Princeton. As listas de QI de bilionário repetem 145 com a mesma preguiça.

    Jeff Bezos
  64. Jeffrey Dahmer

    O Canibal de Milwaukee. Perfis criminais aderem QI como se explicasse o crime. Não explica.

    Jeffrey Dahmer
  65. Marcelo Gleiser

    Físico e escritor brasileiro, Templeton. Divulgação científica em português de verdade. O 145 é o valor que cabe na tabela.

    Marcelo Gleiser
  66. Warren Buffett

    Investidor de Omaha. As listas botam 145 e seguem em frente. O track record da Berkshire é o que dá para auditar.

    Warren Buffett
  67. Matt Damon

    Jason Bourne, Good Will Hunting. Harvard abandonada para atuar. O 143 é o número que as listas americanas colaram nele.

    Matt Damon
  68. Steve Martin

    Comediante, ator, banjo. Filosofia na faculdade, carreira de palhaço erudito. O QI é folclore; o tempo de palco não.

    Steve Martin
  69. Ayrton Senna

    Tricampeão de F1. Listas nacionais colam 140 nele. Reflexo e obsessão estão no onboard; o teste não.

    Ayrton Senna
  70. Geena Davis

    Thelma & Louise, Oscar. Mensa confirma a ficha dela (Prominent Mensan). O 140 é o valor que a imprensa cola; o teste supervisionado, esse sim, existiu.

    Geena Davis
  71. Gerard Piqué

    Zagueiro do Barcelona e da Espanha. Depois do campo, empresário. O QI nas listas espanholas é mais persona do que prova.

    Gerard Piqué
  72. Hillary Clinton

    Ex-secretária de Estado americana. Yale Law. O 140 é o número que as listas partidárias dos dois lados repetem.

    Hillary Clinton
  73. Madonna

    A Madonna. O número nas listas é tão recauchutado quanto o repertório ao vivo. A carreira, essa sim, está documentada.

    Madonna
  74. Natalie Portman

    Oscar, Harvard, papers no meio da carreira. Um dos casos em que o currículo acadêmico segura o que o QI chutado não segura.

    Natalie Portman
  75. Paulo Coelho

    O Alquimista. Traduzido para o planeta. O 140 aparece em matérias brasileiras de celebridade; o fenômeno de venda é o fato.

    Paulo Coelho
  76. Shakira

    Cantora colombiana. O 140 aparece em perfis latinos de celebridade há anos. Útil para quem acha que pop e conta não se misturam.

    Shakira
  77. Vin Diesel

    Velozes e Furiosos. Dublê de segurança de porta que virou franquia. O 140 é o contraponto ao estereótipo do musculoso.

    Vin Diesel
  78. Emma Watson

    Harry Potter, Brown University, ONU. O 138 é o valor da vez nas listas de atriz-estudante.

    Emma Watson
  79. Whindersson Nunes

    Humorista e youtuber do Piauí. No Fantástico de 2025 falou que a clínica de reabilitação mediu 138. É o número que ele deu; não é Mensa.

    Whindersson Nunes
  80. Kevin Spacey

    Beleza Americana, House of Cards. O QI nas listas é antigo; a queda pública é recente. Os dois fatos não se anulam nem se explicam.

    Kevin Spacey
  81. Ted Bundy

    Serial killer americano dos anos 70. Perfis verdadeiros e séries repetem o QI como se fosse a chave. Não é.

    Ted Bundy
  82. Arnold Schwarzenegger

    Mr. Olympia, Exterminador, governador da Califórnia. O 135 é o número clássico das listas; a trajetória cabe em três profissões.

    Arnold Schwarzenegger
  83. Tommy Lee Jones

    O Fugitivo, Homens de Preto. Harvard, roommate de Al Gore. O QI nas listas só decora essa ficha.

    Tommy Lee Jones
  84. Jodie Foster

    Silêncio dos Inocentes, duas vezes Oscar. Yale. Fala francês de verdade, não de entrevista.

    Jodie Foster
  85. Nicole Kidman

    Oscar, Moulin Rouge, Eyes Wide Shut. O 132 é o valor que as listas australianas e americanas combinaram de repetir.

    Nicole Kidman
  86. Alan Rachins

    L.A. Law, Dharma & Greg. Wharton abandonado, Mensa na ficha da imprensa especializada. Morreu em 2024.

    Alan Rachins
  87. Ashley Rickards

    Awkward, na MTV. Formou cedo e é Mensa confirmada em entrevista. Sem boletim público além da associação.

    Ashley Rickards
  88. Barack Obama

    44º presidente dos EUA. Harvard Law, Review. As listas cravam 130 porque precisa caber numa tabela; o histórico é o que conta.

    Barack Obama
  89. Brendan O'Carroll

    Mrs. Brown's Boys. Mensa irlandesa citada na imprensa. Comédia de senhora; teste supervisionado nos bastidores.

    Brendan O'Carroll
  90. Carol Vorderman

    Countdown, TV britânica, engenharia. Mensa do Reino Unido. O número redondo 130 é o piso da associação, não um laudo dela.

    Carol Vorderman
  91. Chris Hadfield

    Astronauta canadense, comandou a ISS. Mensa. O que está documentado é o teste de admissão e a órbita, não um 180 de revista.

    Chris Hadfield
  92. Cícero Moraes

    Designer 3D brasileiro, reconstrução facial forense. Mensa. Notícia de 2023 quando a associação aceitou o dossiê.

    Cícero Moraes
  93. Clive Sinclair

    Calculadora de bolso, ZX Spectrum. Presidiu a Mensa britânica de 1980 a 1997. Associação documentada; QI avulso, não.

    Clive Sinclair
  94. Ellen Muth

    Dead Like Me. Falou da Mensa em entrevista antiga. Associação, não 180 de clickbait.

    Ellen Muth
  95. Emma Dumont

    The Gifted. Diretório da American Mensa chegou a listá-la. Número exato não circula.

    Emma Dumont
  96. Fabiana Karla

    Atriz e humorista. Contou que fez cerca de sete horas de avaliação numa clínica e saiu com diagnóstico de altas habilidades. Número avulso não publicou.

    Fabiana Karla
  97. O Clã do Urso das Cavernas. Mensa. Pesquisa de pré-história pesada para ficção. Sem boletim de QI além da ficha.

    Jean Auel
  98. Joyce Carol Oates

    Dezenas de romances, Princeton. Consta como Mensan. A obra é o dado; o 130 é só o corte da sociedade.

    Joyce Carol Oates
  99. Kara Hayward

    Moonrise Kingdom. Entrou na Mensa aos 9 anos; a organização parabenizou em público. Número exato não saiu. O que vale é o teste supervisionado.

    Kara Hayward
  100. Ken Jeong

    Médico formado que virou comediante. Community, Hangover. O 130 é o número; o diploma de medicina é o que não é rumor.

    Ken Jeong
  101. Kyle Hamilton

    Safety do Baltimore Ravens. Mensa, Sports Illustrated falou disso. QI de NFL com ficha, raro nesta página.

    Kyle Hamilton
  102. Lucas di Grassi

    Piloto brasileiro, Fórmula E. Mensa. Um dos poucos atletas desta página com associação publicada, não QI de torcida.

    Lucas di Grassi
  103. Markus Persson

    Criou o Minecraft. Mensa sueca, citada na imprensa quando o jogo explodiu. Sem QI público além do corte de 2%.

    Markus Persson
  104. Martin Cooper

    O telefonema de rua de 1973, Motorola. Mensa. Inventou o celular; o número na tabela é o piso da associação.

    Martin Cooper
  105. Rafael Cardoso

    Ator de novela. No Domingo Espetacular de 2025 disse que tem superdotação, descoberta no tratamento. Sem QI público. Fica no piso de altas habilidades.

    Rafael Cardoso
  106. Tainá Müller

    Atriz. Diagnosticada aos 5, pulou série, aos 16 já estava na faculdade. Falou disso no Instagram em 2026. Sem boletim de QI na praça.

    Tainá Müller
  107. George Clooney

    Onze Homens e um Segredo, Syriana. O QI nas listas é mediano-alto para ator de revista; a carreira de diretor é o extra.

    George Clooney
  108. Vladimir Putin

    Presidente da Rússia, ex-KGB. O 127 é número de site ocidental, não de arquivo do Kremlin.

    Vladimir Putin
  109. Brad Pitt

    Clube da Luta, Oscar. O 126 é o número que todo agregador copia. Serve como âncora "famoso conhecido" no meio da tabela.

    Brad Pitt
  110. Courteney Cox

    Monica em Friends. O 122 aparece nas listas americanas de QI de elenco; é o tipo de número que vive de copiar e colar.

    Courteney Cox
  111. George W. Bush

    43º presidente dos EUA. SAT e faculdade estão no arquivo; QI 120 é o valor que as listas sérias usam. 91 de e-mail de 2001 era hoax.

    George W. Bush
  112. Jennifer Lawrence

    Jogos Vorazes, Oscar. O 119 é ligeiramente acima da média e por isso irrita quem espera gênio em todo famoso.

    Jennifer Lawrence
  113. John F. Kennedy

    35º presidente dos EUA. O número que dá para cravar é 119, teste de quando entrou em Choate. As listas virais incham para 150; isso é hoax de e-mail, não arquivo.

    John F. Kennedy
  114. Will Smith

    Um Maluco no Pedaço, Homens de Preto. O 114 é média alta. Não precisa ser Tesla para lotar cinema.

    Will Smith
  115. Charles Manson

    Líder do culto responsável pelos assassinatos de 1969. O QI perto da média é o ponto: o horror não mora no número.

    Charles Manson
  116. Kim Kardashian

    Keeping Up, depois negócios. O 108 é o valor que as listas usam quando querem um famoso "na média" com alcance global.

    Kim Kardashian
  117. Mike Tyson

    Campeão dos pesos-pesados. O 105 é média. A carreira, a voz e o pombal são o que as pessoas realmente conhecem.

    Mike Tyson
  118. Adam Sandler

    Billy Madison, Golpe Baixo, e de vez em quando um filme sério. QI na média, bilheteria fora dela.

    Adam Sandler
  119. O. J. Simpson

    Ex-jogador da NFL, depois o processo mais televisionado dos anos 90. O 89 é o valor que as listas botam no andar de baixo.

    O. J. Simpson

Filtros

Área

Ciência Cinema Escritores Esporte Música Negócios Política Tecnologia TV Xadrez Casos famosos

Faixa de QI

QI ≤ 99 QI 100 QI 110 QI 120 QI 130 QI 140 QI 150 QI 160 QI 170 QI 180 +

Fonte do número

Mensa Teste publicado Estimativa

Situação

Vivo Falecido

Origem

Brasil

Como saber seu QI?

O caminho curto é o teste de QI daqui: online, grátis, sem cadastro. Psicólogo e neuropsicólogo aplicam bateria maior, com tempo controlado e laudo. Os dois medem coisas parecidas (lógica, verbal, espacial, memória) em doses diferentes.

Um número sozinho não conta carreira, dinheiro nem caráter. Serve para comparar com a média, que as tabelas cravam em 100. Se quiser o retrato por país, a lista de QI médio nos países é o próximo clique.

Quem aparece no topo

No andar de cima desta página estão enxadristas, físicos e uns atores que as listas americanas nunca largam. Mensa, no papel, pega a fatia mais alta da curva, cerca de 2% da população. Político, estudante, artista e motorista de táxi entram no mesmo clube se o teste mandar.

O topo aqui não é ranking moral. Kim Ung-Yong e Nathan Leopold abrem porque as fontes repetem 210. Kasparov e Tesla estão no mesmo andar por motivo parecido: o número circula. O filtro "teste publicado" separa quem tem prova na mesa de quem é chute de biógrafo.

QI alto garante sucesso?

A conversa de mesa de bar mistura Steve Jobs e Bill Gates e fecha o caso. Não fecha. Os dois teriam se virado com 120 e um sócio certo. Tem gente nesta lista com 160 e filme ruim, e gente perto de 100 que encheu estádio.

QI alto ajuda em prova, xadrez e engenharia. Não substitui tempo, grana, saúde nem sorte. E não impede o resto da ficha, nos casos famosos inclusive.

O que conta como QI alto

Média 100. Acima disso já é "acima da média". 130 é o recorte clássico de superdotação em muita escola. 160 é território raro, e passa disso as escalas tradicionais começam a perder chão. Testes diferentes (Wechsler, Stanford-Binet, Raven) não entregam o mesmo teto.

Por isso Einstein 160 e Leopold 210 não estão na mesma régua. Um é lenda póstuma, o outro é número de processo antigo. A página deixa os dois visíveis e pede o mesmo desconto.

Fonte
https://www.celebrityiqs.com https://www.iq-test.net https://iqcertificate.org

Retratos: Wikimedia Commons / Wikipedia. Números: listas públicas de QI de celebridade, entrevistas e perfis. Onde não há teste publicado, é estimativa.