Esta lista junta os jogos de Nintendo Switch que mais valem o tempo: exclusivos da Nintendo, indies e ports que ficaram bons no console. A ordem padrão é o Metascore. Dá para filtrar por gênero, exclusivo, indie, um jogador, local, online e família.

Não é só nota alta. Entraram exclusivos e ports que o corte de Metascore deixava de fora, e títulos até 2026. Se faltar um que você defende, deixa no comentário.

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Jogos de Nintendo Switch

  1. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom
    The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom

    O mesmo Hyrule de Breath of the Wild, agora com ilhas no céu e uma engenhoca que deixa o jogador montar quase qualquer coisa. Quem já zera o anterior encontra motivo de sobra para voltar; quem nunca jogou pode começar por aqui.

  2. Super Mario Odyssey
    Super Mario Odyssey

    Mario ganha um chapéu que encarna inimigos e objetos. Os reinos são curtos, densos e cheios de lua escondida. É o tipo de 3D da Nintendo em que você para o jogo só para ver o que mais cabe na tela.

  3. The House in Fata Morgana - Dreams of the Revenants Edition
    The House in Fata Morgana - Dreams of the Revenants Edition

    Novela visual de terror gótico que atravessa séculos numa mansão. Quase não tem gameplay: o que segura é o texto, a trilha e o jeito como a história se reorganiza. Não é para quem quer ação.

  4. The Legend of Zelda: Breath of the Wild
    The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    O jogo que reabriu Zelda. Você desce da mesa e o mapa inteiro está ali, sem marcação obrigatória. A física das armas, o clima e as torres ainda aguentam o tempo, e explicam metade do que o Switch virou.

  5. Portal Companion Collection
    Portal Companion Collection

    Portal e Portal 2 no Switch, com a arma de portais e a GLaDOS inteira. O 2 tem co-op local se tiver com quem jogar. É o pacote certo se você nunca passou pelos dois no PC.

  6. Tetris Effect: Connected
    Tetris Effect: Connected

    Tetris com a trilha colada na linha que você limpa. O modo história é um show; o Connected adiciona multiplayer de verdade, não um recado no placar.

  7. Metroid Prime Remastered
    Metroid Prime Remastered

    O Prime de GameCube, reconstruído: visor, scans e aquele medo bom de corredor alienígena. Controles modernos sem apagar o jogo de 2002. O jeito certo de conhecer Samus em primeira pessoa hoje.

  8. Persona 5 Royal
    Persona 5 Royal

    Colégio de dia, palácio à noite. Royal é a versão cheia: semestre extra, conteúdo novo e o elenco que já era o ponto alto. Longo pra valer. Se topar calendário e dungeon, segura até o fim.

  9. Hades
    Hades

    Você é o filho de Hades tentando sair do submundo. Cada morte rende conversa, arma nova e um empurrão na próxima run. O combate é rápido; o que vicia é voltar só para ouvir mais um deus.

  10. Divinity: Original Sin II - Definitive Edition
    Divinity: Original Sin II - Definitive Edition

    RPG tático em que o chão, o fogo e o balde d'água importam tanto quanto a ficha. Co-op local funciona. No Switch o texto é pequeno em portátil, mas o sistema aguenta.

  11. Ori and the Will of the Wisps
    Ori and the Will of the Wisps

    Sequência de Ori, mais combate e um mapa que se abre de verdade. A arte e a trilha fazem o serviço pesado; o port no Switch rodou depois de patch. Quem gostou do primeiro vem direto.

  12. Undertale
    Undertale

    RPG em que poupar o inimigo muda o jogo inteiro. Curto, engraçado e meio cruel com quem atira primeiro. Melhor ir sem spoiler: a graça está em como ele reage a você.

  13. Super Smash Bros. Ultimate
    Super Smash Bros. Ultimate

    O Smash com quase todo mundo que a Nintendo conseguiu licenciar. Local de sofá ainda é o ponto; online melhorou com o tempo. Se o Switch existe para visita em casa, este é o motivo.

  14. Super Mario Bros. Wonder
    Super Mario Bros. Wonder

    Mario 2D que bagunça a fase inteira com as Flores Maravilha. Co-op local e online sem a bagunça clássica de empurrar o amigo para o buraco. O melhor 2D da série desde World, sem rodeio.

  15. Celeste
    Celeste

    Subir a montanha com um dash e uma assist que você liga se quiser. Difícil, justo, e a história de ansiedade não é enfeite: está no controle. Cabe numa viagem de ônibus e ainda assim pede pulso.

  16. Bayonetta 2
    Bayonetta 2

    O melhor hack-and-slash da Platinum no Switch. Combos longos, anjos e demônios no mesmo quadro. Vem no combo com o 1 em várias edições; o 2 é o que justifica o tempo.

  17. Mario Kart 8 Deluxe
    Mario Kart 8 Deluxe

    O Kart que o Switch vendeu junto com o console. 48 pistas na Deluxe, anti-gravidade e casco azul ainda injusto. Quatro no mesmo sofá continua sendo o argumento mais honesto da plataforma.

  18. Unavowed
    Unavowed

    Aventura point-and-click da Wadjet Eye: você acorda sem memória numa Nova York com demônio. Investigação clássica, time que comenta as escolhas. Sem pressa e sem QTE.

  19. INSIDE
    INSIDE

    Um menino corre da fazenda até a cidade sem dizer uma palavra. Puzzle e plataforma colados num clima que não pede tutorial. Curto: uma noite e acaba, do jeito que tem que acabar.

  20. Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age - Definitive Edition
    Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age - Definitive Edition

    JRPG clássico da Square, com o elenco em 2D ou 3D quando você quiser. Longo, gentil com quem está voltando à série, e a Definitive traz o conteúdo extra que faltava no PS4.

  21. Sonic Mania Plus
    Sonic Mania Plus

    Sonic 2D feito por gente que gostava dos Mega Drive. Fases novas no meio das clássicas, Mighty e Ray na Plus. O Sonic moderno que não tenta ser outra coisa.

  22. SteamWorld Heist: Ultimate Edition
    SteamWorld Heist: Ultimate Edition

    Tiro tático em 2D com robôs no espaço. Cada bala tem física; posicionar o boneco importa. Cabe em partidas curtas no modo portátil.

  23. Shovel Knight: Treasure Trove
    Shovel Knight: Treasure Trove

    Quatro campanhas estilo NES, sem nostalgia barata: o controle é o de 2014. Treasure Trove junta o pacote. Co-op existe; o solo já justifica.

  24. Animal Crossing: New Horizons
    Animal Crossing: New Horizons

    Ilha vazia, ferramentas, vizinhos que aparecem de manhã. O jogo da pandemia no Switch, ainda o melhor da série para montar casa. Online ajuda a visitar ilha alheia; o ritmo é o do relógio real.

  25. Ori and the Blind Forest: Definitive Edition
    Ori and the Blind Forest: Definitive Edition

    O primeiro Ori: mapa que abre com habilidade nova, escapes apertados e trilha que carrega a cena. Definitive no Switch. Mais curto e mais cru que o Wisps.

  26. Persona 4 Golden
    Persona 4 Golden

    O Persona de interior, TV e inverno. Golden é a versão de Vita, agora no Switch: social links, dungeon na meia-noite e o elenco que a série ainda tenta repetir. Mais contido que o 5.

  27. Bastion
    Bastion

    Ação isométrica da Supergiant, narrada em cima da sua jogada. Uma campanha de um dígito de horas, mapa que se monta sob os pés. Antecessor espiritual do Hades, bem mais curto.

  28. Hollow Knight
    Hollow Knight

    Insetos num reino oco, mapa enorme e chefes que pedem padrão. Pouco tutorial, muito atalho. O Switch aguenta; o pulso é que cansa. Silksong que espere, este ainda segura.

  29. Chained Echoes
    Chained Echoes

    JRPG de uma pessoa só, cara de SNES e sistema de overheat no combate. História de guerra e mecha sem enrolação de 80 horas. Surpreende quem já cansou de remake.

  30. Chicory: A Colorful Tale
    Chicory: A Colorful Tale

    Você é um cão com um pincel e o mundo perdeu a cor. Pintar é puzzle e é mapa. Leve o suficiente para criança; o texto fala de burnout com mais cara do que muitos jogos grandes.

  31. Xenoblade Chronicles: Definitive Edition
    Xenoblade Chronicles: Definitive Edition

    O Xenoblade de Wii, reconstruído. Mundo largo, chain attack e a trilha do Yasunori Mitsuda. Definitive traz a campanha extra Future Connected. O ponto de entrada da série no Switch.

  32. Dead Cells
    Dead Cells

    Roguelike de ação em que cada run destranca arma permanente. Rápido, cruel e justo depois que você aprende o bioma. Os DLCs cabem; o jogo-base já vicia.

  33. Into the Breach
    Into the Breach

    Xadrez com mecha em ilhas minúsculas: você vê o ataque inimigo antes de mover. Cada campanha é curta. Da mesma gente do FTL, ainda mais apertado.

  34. Super Mario 3D World + Bowser's Fury
    Super Mario 3D World + Bowser's Fury

    O 3D World de Wii U, agora com quatro no sofá de verdade, mais o Bowser's Fury: um mapa aberto com Mario gato enorme. O pacote que faltava para quem perdeu o Wii U.

  35. Atari 50: The Anniversary Celebration
    Atari 50: The Anniversary Celebration

    Dezenas de jogos Atari com documentário em volta, não só o ROM jogável. Bom para quem quer contexto; os títulos em si são o que são: curtos, históricos, nem todos divertidos hoje.

  36. Xenoblade Chronicles 3
    Xenoblade Chronicles 3

    Dois países em guerra, seis protagonistas e o combate da série no ponto. Longo, com quest de colônia que cansa no meio; o final segura. Future Redeemed veio depois como DLC, não como jogo separado aqui.

  37. Fire Emblem: Three Houses
    Fire Emblem: Three Houses

    Mosteiro, aula e campo tático. Você escolhe uma casa e perde as outras duas (vale NG+ se topar). O calendário escolar é o gancho; o combate é Fire Emblem clássico com batalhão.

  38. Splatoon 3
    Splatoon 3

    Tiro de tinta em time, agora no Splatlands. Turf War de 3 minutos ainda é o modo que explica o jogo. Precisa de internet para o que importa; local existe, mas o sangue está no online.

  39. Pokémon Legends: Arceus
    Pokémon Legends: Arceus

    Pokémon em que você atira a pokébola no campo, sem transição de arena. Hisui é feio em trecho, viciante de explorar. O jogo da série que mais mudou a fórmula no Switch.

  40. Luigi's Mansion 3
    Luigi's Mansion 3

    Hotel andar por andar, sucção de fantasma e humor de desenho. Co-op com o Gooigi. É o Luigi's Mansion que mais parece um brinquedo caro, no bom sentido.

  41. Pikmin 4
    Pikmin 4

    Estratégia em tempo real com plantinhas que carregam sucata. Oatchi (o cachorro) muda o ritmo da série. Campanha acessível; quem quer desafio vai no pós-jogo e no Dandori.

  42. Super Mario RPG
    Super Mario RPG

    O remake do RPG de SNES com a Square. Combate com timing, Geno e a ponte da Bowser. Fiel ao ponto de quem jogou em 1996 reconhecer o mapa; o visual novo não apaga o script.

  43. Donkey Kong Country: Tropical Freeze
    Donkey Kong Country: Tropical Freeze

    Plataforma 2D da Retro, agora com Funky Kong para quem quer ver o cenário sem sofrer. Trilha do David Wise e fases que pedem pulo no quadro certo. Um dos 2D mais duros da Nintendo.

  44. Metroid Dread
    Metroid Dread

    Primeiro Metroid 2D novo em décadas. E.M.M.I. no corredor, counter no combate, mapa que se dobra no fim. A MercurySteam acertou o medo e o fluxo. Sequência direta do Samus Returns.

  45. Stardew Valley
    Stardew Valley

    Fazenda, mina e vila. Um ano no jogo leva horas de verdade. Co-op no Switch funciona. É o Harvest Moon que a Nintendo não fez, e o que muita gente liga no portátil de noite.

  46. Paper Mario: The Thousand-Year Door
    Paper Mario: The Thousand-Year Door

    Remake do Paper Mario de GameCube, o que a série nunca conseguiu repetir: combate com ação no turno e texto que zoa o próprio RPG. 2024 no Switch, enfim.

  47. Astral Chain
    Astral Chain

    Platinum com policial e uma criatura na coleira. Você controla os dois: o humano e o Legion. Combate extravagante, investigação no mapa. Exclusivo que muita lista esquece e não deveria.

  48. NieR: Automata - The End of YoRHa Edition
    NieR: Automata - The End of YoRHa Edition

    2B, 9S e um mundo de sucata com rotas que mudam o que o jogo é. Combate da Platinum no portátil; a história só fecha se você for até o fim.

  49. Okami HD
    Okami HD

    Você é Amaterasu, uma loba branca, e pinta o mundo para curá-lo. O traço lembra sumi-ê. É o Okami de PS2 no Switch, sem o peso do original.

  50. Death's Door
    Death's Door

    Um corvo ceifador com espada curta e arco. Mapa compacto, chefes que ensinam o padrão no susto. Cabe numa tarde; o combate não é mole.

  51. A Short Hike
    A Short Hike

    Sobe a montanha no seu ritmo, planando e juntando moeda para asas melhores. Conversas curtas, vista boa. Dá para zerar numa sentada.

  52. Neon White
    Neon White

    FPS de corrida: cada arma também é um pulo ou um dash. O tempo no placar importa mais que a pontaria. Fases de um minuto.

  53. DUSK
    DUSK

    FPS dos anos 90 de propósito: velocidade, shotgun e mapa que você aprende de cor. No Switch cabe no portátil sem perder o caos.

  54. Hyper Light Drifter
    Hyper Light Drifter

    Ação 2D muda, quase sem texto. Você lê o mapa, o pixel e o padrão do golpe. Difícil, curto, e o visual ainda segura.

  55. Tunic
    Tunic

    Uma raposa com espada e um manual escrito em outra língua. O sistema está no livreto. Quem gosta de Zelda 1 e de quebra-cabeça some aqui.

  56. Cuphead in the Delicious Last Course
    Cuphead in the Delicious Last Course

    A DLC do Cuphead: Ms. Chalice, ilha nova, chefes no estilo dos desenhos de 1930. Ainda pune o pulo errado. Só faz sentido com o jogo base.

  57. 13 Sentinels: Aegis Rim
    13 Sentinels: Aegis Rim

    Treze adolescentes, mecha e viagem no tempo. Metade visual novel, metade torre de defesa. A Vanillaware desenha cada quadro; a trama pede paciência.

  58. What Remains of Edith Finch
    What Remains of Edith Finch

    Cada cômodo da casa é a morte de um parente, contada num minijogo. Uma hora e pouco. Não é combate; é o texto e o controle juntos.

  59. Fez
    Fez

    Gomez ganha a terceira dimensão e o mundo 2D gira. Cubos, códigos, linguagem própria. O Switch aguenta o que o 360 já fazia.

  60. Super Mario Maker 2
    Super Mario Maker 2

    Editor de fase de Mario, com modo história e o que a comunidade posta. Sem internet sobra o modo história; com internet não acaba.

  61. Monster Hunter Rise
    Monster Hunter Rise

    Caçada de 15 a 50 minutos, cão e gato para mobilidade. O argumento do Rise no Switch é o portátil. Sunbreak é DLC à parte.

  62. Downwell
    Downwell

    Você cai num poço e atira com as botas. Roguelike de um polegar, partidas de dois minutos. Cabe entre uma parada e outra.

  63. Diablo III: Eternal Collection
    Diablo III: Eternal Collection

    O Diablo de console, com os dois expansions. Local e online. No Switch é o farm de temporada no sofá, não o PvP.

  64. SteamWorld Dig 2
    SteamWorld Dig 2

    Mina, upgrade e mapa que abre para os lados. Melhor que o primeiro. Uma campanha justa, sem enrolação.

  65. Ikaruga
    Ikaruga

    Nave que troca de cor: branco absorve branco, preto absorve preto. Um stage, um crédito, um ranking. Arcade puro.

  66. Cave Story +
    Cave Story +

    O indie que veio antes da loja de indie. Pixel, arma que evolui, finais diferentes. A versão plus tem arranjo novo e o original.

  67. Inscryption
    Inscryption

    Card game numa cabana; depois o jogo vira outra coisa. Spoiler é o próprio design. Uma campanha; o modo Kaycee é extra.

  68. Quake Remastered
    Quake Remastered

    O Quake de 1996 com o KEX: 60 fps, multiplayer, os expansions. Ainda é o FPS de corredor e foguete. No portátil surpreende.

  69. Cuphead
    Cuphead

    Chefes em desenho de 1930, dois botões e o resto é timing. Local com o segundo jogador. Difícil de propósito.

  70. The Stanley Parable: Ultra Deluxe
    The Stanley Parable: Ultra Deluxe

    Escritório, narrador e o jogo zoando o fato de você estar jogando. A Ultra Deluxe empilha camadas em cima do original. Curto, se você deixar.

  71. Dragon Ball FighterZ
    Dragon Ball FighterZ

    Anime 2D da Arc System. Times de três, combo no ar, online. No Switch o input sofre um pouco; o visual não.

  72. Kentucky Route Zero: TV Edition
    Kentucky Route Zero: TV Edition

    Aventura ponto-e-clique com rodovia subterrânea e gente falando como gente. Cinco atos mais os interlúdios. Mais teatro que puzzle.

  73. Guacamelee! 2
    Guacamelee! 2

    Luchador que troca de plano entre o mundo dos vivos e o dos mortos. Co-op local. A sequência assume que você já bateu o primeiro.

  74. Enter the Gungeon
    Enter the Gungeon

    Roguelike de tiro de cima: a arma pode ser uma abelha, uma esponja, um telefone. Local com o segundo player. Morre rápido, volta rápido.

  75. The Legend of Zelda: Link's Awakening
    The Legend of Zelda: Link's Awakening

    Remake do Zelda de Game Boy, agora em mini diorama. Mesma Ilha Koholint, mesma marimba. Curto, doce, e o final continua o mesmo.

  76. Super Mega Baseball 4
    Super Mega Baseball 4

    Beisebol arcade com humor de cartoon. Local e online. Não é MLB The Show; são partidas de 20 minutos no sofá.

  77. Two Point Campus
    Two Point Campus

    Você monta a faculdade: curso, quarto, cantina. Humor britânico igual ao Hospital. Sandbox; não tem tela de créditos.

  78. Tinykin
    Tinykin

    Plataforma 3D em casa de boneca: você é pequeno e manda Tinykins fazerem o trabalho. Sem dano, sem pressa. Bom com criança do lado.

  79. Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder's Revenge
    Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder's Revenge

    Beat 'em up da Dotemu no traço de 1987. Até seis no local. O modo história é curto; o arcade é o ponto.

  80. Theatrhythm Final Bar Line
    Theatrhythm Final Bar Line

    Rhythm game com o catálogo do Final Fantasy. Toque no tempo, cartinhas, modos. Para quem já tem a trilha no ouvido.

  81. Overcooked! All You Can Eat
    Overcooked! All You Can Eat

    Cozinha caótica, local até quatro. O pacote junta o 1, o 2 e as DLCs. Amizade termina e recomeça na mesma fase.

  82. OlliOlli World
    OlliOlli World

    Skate 2D da Roll7, agora num mapa pequeno. Combo, grind, ranking. Mais colorido que os anteriores, ainda exige timing.

  83. Axiom Verge
    Axiom Verge

    Metroidvania com arma que glitcha o cenário. Mapa grande, segredo atrás de parede falsa. Feito por uma pessoa; o tom é ficção científica antiga.

  84. Grindstone
    Grindstone

    Encaixe de pedras numa caverna, com combo que vira cadeia de golpe. Partidas curtas. Diário, sem urgência.

  85. Katamari Damacy REROLL
    Katamari Damacy REROLL

    Você rola uma bola e o mundo cola nela. Primeiro a casa, depois a cidade. O REROLL é o original com o visual limpo. Curto e estranho no bom sentido.

  86. Owlboy
    Owlboy

    Plataforma com asas e um canhão que o amigo segura. Pixel alto, história de vila no céu. Ritmo mais lento que o visual sugere.

  87. Velocity 2X
    Velocity 2X

    Nave que teleporta pelo cenário. Speedrun de corredor, fase curta. Port do Vita que ainda pede precisão.

  88. Streets of Rage 4
    Streets of Rage 4

    O beat 'em up de 1991 refeito pela Dotemu e pela Lizardcube. Trilha nova e a antiga. Local até quatro, online.

  89. There is no game : Wrong dimension
    There is no game : Wrong dimension

    O jogo insiste que não é um jogo e você clica mesmo assim. Point-and-click que zoa o gênero. Uma sentada.

  90. Iconoclasts
    Iconoclasts

    Plataforma com chave de boca, chefe grande e texto demais no meio. Visual forte, combate justo. Uma campanha.

  91. The Last Friend
    The Last Friend

    Tower defense com um único amigo no centro. Estranho, curto, pixel. Indie que cabe numa noite.

  92. Bustafellows
    Bustafellows

    Visual novel de namoro com quatro caras e um mistério policial. Uma rota por personagem. Para quem quer texto, não ação.

  93. Rocket League
    Rocket League

    Carro de futebol. No Switch o online é o modo; local existe. Precisa de Nintendo Switch Online para o que importa.

  94. The Great Ace Attorney Chronicles
    The Great Ace Attorney Chronicles

    Phoenix Wright na Londres vitoriana, com Ryunosuke. Dois jogos no pacote. Testemunho, objeção, e o Holmes da Capcom.

  95. Overboard!
    Overboard!

    Você é a assassina no navio e tem um dia para não ser pega. Loop curto, várias rotas. Feito pela Inkle.

  96. The Messenger
    The Messenger

    Ninja 8-bit que vira 16-bit no meio do jogo. Pulo, nuvem, mapa que reabre. Humor de mensagem de entrega.

  97. Disco Elysium: The Final Cut
    Disco Elysium: The Final Cut

    RPG sem combate: você discute com as próprias skills. Martinaise, álcool e política. No Switch roda; o texto é o jogo.

  98. Unpacking
    Unpacking

    Você desfaz malas em cada mudança da vida da personagem. Sem falha, sem timer. Uma hora e pouco, trilha baixa.

  99. Monster Boy and the Cursed Kingdom
    Monster Boy and the Cursed Kingdom

    Wonder Boy com forma de dragão, leão e macaco. Metroidvania clássico, mapa grande. Gente da era Master System no crédito.

  100. Transistor
    Transistor

    Ação isométrica da Supergiant, depois de Bastion. A espada fala. Combate que pausa e arma combo. Uma campanha, uma trilha.

  101. Bayonetta 3
    Bayonetta 3

    Cabelo, demônio e um vilão que multiplica a bruxa. Combate da Platinum no OLED. A história dividiu; o combo não.

  102. Minecraft: Nintendo Switch Edition
    Minecraft: Nintendo Switch Edition

    A edição antiga, a que veio no cartucho. Hoje a loja manda para o Bedrock. Fica na lista porque era o Minecraft do Switch na época.

  103. Shantae and the Pirate's Curse
    Shantae and the Pirate's Curse

    O melhor Shantae 2D para muita gente: sem dança, com pistola e risco. Mapa de ilha, itens, tom de cartoon.

  104. Guacamelee! Super Turbo Championship Edition
    Guacamelee! Super Turbo Championship Edition

    O primeiro Guacamelee, pacote completo. Troca de plano, luchador, co-op. Se for ter só um, o 2 é mais jogo; este é a origem.

  105. Kirby and the Forgotten Land
    Kirby and the Forgotten Land

    Kirby em 3D de verdade, com boca que vira carro, rolo compressor, escada rolante. Fases curtas, co-op local com o Waddle Dee. A HAL acertou o pulo da série para o espaço.

  106. Xenoblade Chronicles 2
    Xenoblade Chronicles 2

    Rex, Pyra e um mundo em cima de titãs. O combate de Blade só abre depois de horas. Tem o fan service que irrita; o mapa e a trilha compensam. É o Xenoblade que mais gente jogou no Switch.

  107. Super Mario Galaxy + Super Mario Galaxy 2
    Super Mario Galaxy + Super Mario Galaxy 2

    Os dois Galaxy de Wii num pacote. Gravidade, planetinha, trilha do Kondō. O 2 é o que faltava no 3D All-Stars. Giro no Joy-Con não é o sensor do Wii, mas o pulo continua o mesmo.

  108. The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom
    The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom

    Zelda, não Link. Você copia objetos e inimigos e monta o puzzle com isso. Visual do Link's Awakening. O frame cai no mapa aberto; o truque da Tri Rod segura.

  109. Super Mario Party Jamboree
    Super Mario Party Jamboree

    O Mario Party gordo: tabuleiros novos, minigame até cansar, local até quatro. Não inventa o gênero; junta o que a série acertou. É o que você liga quando tem gente no sofá.

  110. Shin Megami Tensei V: Vengeance
    Shin Megami Tensei V: Vengeance

    Tóquio em ruína, demônio na fusão, duas rotas. A Vengeance é o SMT V completo, com o caminho novo. Combate por fraqueza no estilo Atlus; o tom é o de sempre.

  111. Octopath Traveler II
    Octopath Traveler II

    Oito protagonistas, HD-2D, turno com break. Melhor que o primeiro no mapa e no texto. Você joga um capítulo de cada; a Square acertou a fórmula no Switch.

  112. The Witcher 3: Wild Hunt - Complete Edition
    The Witcher 3: Wild Hunt - Complete Edition

    Geralt no portátil, com as duas expansions. O mundo é o mesmo; o frame e o blur não. Mesmo assim é o RPG de mundo aberto que o Switch não tinha. Complete Edition, 2019.

  113. Unicorn Overlord
    Unicorn Overlord

    Estratégia da Vanillaware: você monta o esquadrão e o combate roda sozinho, bonito. Mapa de conquista, pixel alto. Quem curte Fire Emblem encontra outro ritmo aqui.

  114. Mario & Luigi: Brothership
    Mario & Luigi: Brothership

    Mario e Luigi de novo, agora em ilhas plugadas. Combate de irmão, overworld de navio. A série voltou depois de um tempo; o 77 no Meta não mata o humor.

  115. Pokémon Legends: Z-A
    Pokémon Legends: Z-A

    Lumiose City, batalha em tempo real, Mega. É o Legends de Kalos, não o de Hisui. Nota mista; o combate novo é o argumento.

  116. Metroid Prime 4: Beyond
    Metroid Prime 4: Beyond

    Samus de volta na Retro, planeta Viewros, moto no deserto. Saiu em 2025 nos dois Switch. Não é o Prime 1; o scan e o chefe ainda são Prime. A fila foi longa.

  117. Rhythm Heaven Groove
    Rhythm Heaven Groove

    Mais de 80 minigames no tempo do botão. Local até quatro. A série voltou em 2026. Simples de pegar, chato de zerar no Super.

  118. Fire Emblem Engage
    Fire Emblem Engage

    Fire Emblem depois de Three Houses: anéis, heróis de outros jogos, visual de anime brilhante. Combate mais arcade que o 3H. Quem quer política fica no anterior; quem quer mapa vem aqui.

  119. Animal Well
    Animal Well

    Metroidvania sem combate de verdade: item novo, mapa que reabre, segredo em cima de segredo. Um autor, pixel denso. Quem gosta de Tunic some aqui.

  120. The Elder Scrolls V: Skyrim
    The Elder Scrolls V: Skyrim

    O mesmo Skyrim, no portátil, com as DLCs. Dragão, guilda, bug clássico. No Switch é o farm de lado; o 84 é o port, não o 96 de 2011.

  121. Resident Evil 4
    Resident Evil 4

    Leon na aldeia, 2005, no Switch em 2019. Ombro, Ganado, merchant. Não é o remake. O clássico que virou o over-the-shoulder de todo mundo.

  122. Tomodachi Life: Living the Dream
    Tomodachi Life: Living the Dream

    Mii na ilha, namoro, emprego, sonho. Você cria o elenco e o jogo zoa sozinho. Não tem missão; o 77 não explica quem vicia nisso.

  123. Clubhouse Games: 51 Worldwide Classics
    Clubhouse Games: 51 Worldwide Classics

    Xadrez, mancala, hanafuda, boxe de brinquedo. 51 jogos de tabuleiro num cartucho. Local e online. É o que você liga quando Mario Party é demais.

  124. Bayonetta
    Bayonetta

    O primeiro, 2009, no Switch em 2018. Cabelo, anjo, dodge. Quem só tem o 2 e o 3 começa atrasado; a origem ainda é o combo.

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Gênero

Ação Aventura Corrida Estratégia Luta Metroidvania Plataforma Quebra-cabeça RPG Roguelike Simulação Tiro Nave Esporte Festa Ritmo Coletânea

Origem

Exclusivo Nintendo Terceiros Indie

Como jogar

Um jogador Local Online Família

Década

Anos 2010 Anos 2020

Lista

Já joguei

A biblioteca do Nintendo Switch é enorme. Esta página fica nos que a crítica mais defendeu e nos exclusivos que a gente ainda recomenda comprar. As notas são o Metascore.

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