Esta lista junta os jogos de Nintendo Switch que mais valem o tempo: exclusivos da Nintendo, indies e ports que ficaram bons no console. A ordem padrão é o Metascore. Dá para filtrar por gênero, exclusivo, indie, um jogador, local, online e família.
Não é só nota alta. Entraram exclusivos e ports que o corte de Metascore deixava de fora, e títulos até 2026. Se faltar um que você defende, deixa no comentário.
Jogos de Nintendo Switch
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- The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom
O mesmo Hyrule de Breath of the Wild, agora com ilhas no céu e uma engenhoca que deixa o jogador montar quase qualquer coisa. Quem já zera o anterior encontra motivo de sobra para voltar; quem nunca jogou pode começar por aqui.
- Super Mario Odyssey
Mario ganha um chapéu que encarna inimigos e objetos. Os reinos são curtos, densos e cheios de lua escondida. É o tipo de 3D da Nintendo em que você para o jogo só para ver o que mais cabe na tela.
- The House in Fata Morgana - Dreams of the Revenants Edition
Novela visual de terror gótico que atravessa séculos numa mansão. Quase não tem gameplay: o que segura é o texto, a trilha e o jeito como a história se reorganiza. Não é para quem quer ação.
- The Legend of Zelda: Breath of the Wild
O jogo que reabriu Zelda. Você desce da mesa e o mapa inteiro está ali, sem marcação obrigatória. A física das armas, o clima e as torres ainda aguentam o tempo, e explicam metade do que o Switch virou.
- Portal Companion Collection
Portal e Portal 2 no Switch, com a arma de portais e a GLaDOS inteira. O 2 tem co-op local se tiver com quem jogar. É o pacote certo se você nunca passou pelos dois no PC.
- Tetris Effect: Connected
Tetris com a trilha colada na linha que você limpa. O modo história é um show; o Connected adiciona multiplayer de verdade, não um recado no placar.
- Metroid Prime Remastered
O Prime de GameCube, reconstruído: visor, scans e aquele medo bom de corredor alienígena. Controles modernos sem apagar o jogo de 2002. O jeito certo de conhecer Samus em primeira pessoa hoje.
- Persona 5 Royal
Colégio de dia, palácio à noite. Royal é a versão cheia: semestre extra, conteúdo novo e o elenco que já era o ponto alto. Longo pra valer. Se topar calendário e dungeon, segura até o fim.
- Hades
Você é o filho de Hades tentando sair do submundo. Cada morte rende conversa, arma nova e um empurrão na próxima run. O combate é rápido; o que vicia é voltar só para ouvir mais um deus.
- Divinity: Original Sin II - Definitive Edition
RPG tático em que o chão, o fogo e o balde d'água importam tanto quanto a ficha. Co-op local funciona. No Switch o texto é pequeno em portátil, mas o sistema aguenta.
- Ori and the Will of the Wisps
Sequência de Ori, mais combate e um mapa que se abre de verdade. A arte e a trilha fazem o serviço pesado; o port no Switch rodou depois de patch. Quem gostou do primeiro vem direto.
- Undertale
RPG em que poupar o inimigo muda o jogo inteiro. Curto, engraçado e meio cruel com quem atira primeiro. Melhor ir sem spoiler: a graça está em como ele reage a você.
- Super Smash Bros. Ultimate
O Smash com quase todo mundo que a Nintendo conseguiu licenciar. Local de sofá ainda é o ponto; online melhorou com o tempo. Se o Switch existe para visita em casa, este é o motivo.
- Super Mario Bros. Wonder
Mario 2D que bagunça a fase inteira com as Flores Maravilha. Co-op local e online sem a bagunça clássica de empurrar o amigo para o buraco. O melhor 2D da série desde World, sem rodeio.
- Celeste
Subir a montanha com um dash e uma assist que você liga se quiser. Difícil, justo, e a história de ansiedade não é enfeite: está no controle. Cabe numa viagem de ônibus e ainda assim pede pulso.
- Bayonetta 2
O melhor hack-and-slash da Platinum no Switch. Combos longos, anjos e demônios no mesmo quadro. Vem no combo com o 1 em várias edições; o 2 é o que justifica o tempo.
- Mario Kart 8 Deluxe
O Kart que o Switch vendeu junto com o console. 48 pistas na Deluxe, anti-gravidade e casco azul ainda injusto. Quatro no mesmo sofá continua sendo o argumento mais honesto da plataforma.
- Unavowed
Aventura point-and-click da Wadjet Eye: você acorda sem memória numa Nova York com demônio. Investigação clássica, time que comenta as escolhas. Sem pressa e sem QTE.
- INSIDE
Um menino corre da fazenda até a cidade sem dizer uma palavra. Puzzle e plataforma colados num clima que não pede tutorial. Curto: uma noite e acaba, do jeito que tem que acabar.
- Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age - Definitive Edition
JRPG clássico da Square, com o elenco em 2D ou 3D quando você quiser. Longo, gentil com quem está voltando à série, e a Definitive traz o conteúdo extra que faltava no PS4.
- Sonic Mania Plus
Sonic 2D feito por gente que gostava dos Mega Drive. Fases novas no meio das clássicas, Mighty e Ray na Plus. O Sonic moderno que não tenta ser outra coisa.
- SteamWorld Heist: Ultimate Edition
Tiro tático em 2D com robôs no espaço. Cada bala tem física; posicionar o boneco importa. Cabe em partidas curtas no modo portátil.
- Shovel Knight: Treasure Trove
Quatro campanhas estilo NES, sem nostalgia barata: o controle é o de 2014. Treasure Trove junta o pacote. Co-op existe; o solo já justifica.
- Animal Crossing: New Horizons
Ilha vazia, ferramentas, vizinhos que aparecem de manhã. O jogo da pandemia no Switch, ainda o melhor da série para montar casa. Online ajuda a visitar ilha alheia; o ritmo é o do relógio real.
- Ori and the Blind Forest: Definitive Edition
O primeiro Ori: mapa que abre com habilidade nova, escapes apertados e trilha que carrega a cena. Definitive no Switch. Mais curto e mais cru que o Wisps.
- Persona 4 Golden
O Persona de interior, TV e inverno. Golden é a versão de Vita, agora no Switch: social links, dungeon na meia-noite e o elenco que a série ainda tenta repetir. Mais contido que o 5.
- Bastion
Ação isométrica da Supergiant, narrada em cima da sua jogada. Uma campanha de um dígito de horas, mapa que se monta sob os pés. Antecessor espiritual do Hades, bem mais curto.
- Hollow Knight
Insetos num reino oco, mapa enorme e chefes que pedem padrão. Pouco tutorial, muito atalho. O Switch aguenta; o pulso é que cansa. Silksong que espere, este ainda segura.
- Chained Echoes
JRPG de uma pessoa só, cara de SNES e sistema de overheat no combate. História de guerra e mecha sem enrolação de 80 horas. Surpreende quem já cansou de remake.
- Chicory: A Colorful Tale
Você é um cão com um pincel e o mundo perdeu a cor. Pintar é puzzle e é mapa. Leve o suficiente para criança; o texto fala de burnout com mais cara do que muitos jogos grandes.
- Xenoblade Chronicles: Definitive Edition
O Xenoblade de Wii, reconstruído. Mundo largo, chain attack e a trilha do Yasunori Mitsuda. Definitive traz a campanha extra Future Connected. O ponto de entrada da série no Switch.
- Dead Cells
Roguelike de ação em que cada run destranca arma permanente. Rápido, cruel e justo depois que você aprende o bioma. Os DLCs cabem; o jogo-base já vicia.
- Into the Breach
Xadrez com mecha em ilhas minúsculas: você vê o ataque inimigo antes de mover. Cada campanha é curta. Da mesma gente do FTL, ainda mais apertado.
- Super Mario 3D World + Bowser's Fury
O 3D World de Wii U, agora com quatro no sofá de verdade, mais o Bowser's Fury: um mapa aberto com Mario gato enorme. O pacote que faltava para quem perdeu o Wii U.
- Atari 50: The Anniversary Celebration
Dezenas de jogos Atari com documentário em volta, não só o ROM jogável. Bom para quem quer contexto; os títulos em si são o que são: curtos, históricos, nem todos divertidos hoje.
- Xenoblade Chronicles 3
Dois países em guerra, seis protagonistas e o combate da série no ponto. Longo, com quest de colônia que cansa no meio; o final segura. Future Redeemed veio depois como DLC, não como jogo separado aqui.
- Fire Emblem: Three Houses
Mosteiro, aula e campo tático. Você escolhe uma casa e perde as outras duas (vale NG+ se topar). O calendário escolar é o gancho; o combate é Fire Emblem clássico com batalhão.
- Splatoon 3AçãoAno: 2022Metacritic 83
Tiro de tinta em time, agora no Splatlands. Turf War de 3 minutos ainda é o modo que explica o jogo. Precisa de internet para o que importa; local existe, mas o sangue está no online.
- Pokémon Legends: ArceusRPGAno: 2022Metacritic 83
Pokémon em que você atira a pokébola no campo, sem transição de arena. Hisui é feio em trecho, viciante de explorar. O jogo da série que mais mudou a fórmula no Switch.
- Luigi's Mansion 3AventuraAno: 2019Metacritic 86
Hotel andar por andar, sucção de fantasma e humor de desenho. Co-op com o Gooigi. É o Luigi's Mansion que mais parece um brinquedo caro, no bom sentido.
- Pikmin 4EstratégiaAno: 2023Metacritic 87
Estratégia em tempo real com plantinhas que carregam sucata. Oatchi (o cachorro) muda o ritmo da série. Campanha acessível; quem quer desafio vai no pós-jogo e no Dandori.
- Super Mario RPGRPGAno: 2023Metacritic 84
O remake do RPG de SNES com a Square. Combate com timing, Geno e a ponte da Bowser. Fiel ao ponto de quem jogou em 1996 reconhecer o mapa; o visual novo não apaga o script.
- Donkey Kong Country: Tropical FreezePlataformaAno: 2018Metacritic 88
Plataforma 2D da Retro, agora com Funky Kong para quem quer ver o cenário sem sofrer. Trilha do David Wise e fases que pedem pulo no quadro certo. Um dos 2D mais duros da Nintendo.
- Metroid Dread
Primeiro Metroid 2D novo em décadas. E.M.M.I. no corredor, counter no combate, mapa que se dobra no fim. A MercurySteam acertou o medo e o fluxo. Sequência direta do Samus Returns.
- Stardew Valley
Fazenda, mina e vila. Um ano no jogo leva horas de verdade. Co-op no Switch funciona. É o Harvest Moon que a Nintendo não fez, e o que muita gente liga no portátil de noite.
- Paper Mario: The Thousand-Year DoorRPGAno: 2024Metacritic 88
Remake do Paper Mario de GameCube, o que a série nunca conseguiu repetir: combate com ação no turno e texto que zoa o próprio RPG. 2024 no Switch, enfim.
- Astral Chain
Platinum com policial e uma criatura na coleira. Você controla os dois: o humano e o Legion. Combate extravagante, investigação no mapa. Exclusivo que muita lista esquece e não deveria.
- NieR: Automata - The End of YoRHa Edition
2B, 9S e um mundo de sucata com rotas que mudam o que o jogo é. Combate da Platinum no portátil; a história só fecha se você for até o fim.
- Okami HD
Você é Amaterasu, uma loba branca, e pinta o mundo para curá-lo. O traço lembra sumi-ê. É o Okami de PS2 no Switch, sem o peso do original.
- Death's Door
Um corvo ceifador com espada curta e arco. Mapa compacto, chefes que ensinam o padrão no susto. Cabe numa tarde; o combate não é mole.
- A Short Hike
Sobe a montanha no seu ritmo, planando e juntando moeda para asas melhores. Conversas curtas, vista boa. Dá para zerar numa sentada.
- Neon White
FPS de corrida: cada arma também é um pulo ou um dash. O tempo no placar importa mais que a pontaria. Fases de um minuto.
- DUSK
FPS dos anos 90 de propósito: velocidade, shotgun e mapa que você aprende de cor. No Switch cabe no portátil sem perder o caos.
- Hyper Light Drifter
Ação 2D muda, quase sem texto. Você lê o mapa, o pixel e o padrão do golpe. Difícil, curto, e o visual ainda segura.
- Tunic
Uma raposa com espada e um manual escrito em outra língua. O sistema está no livreto. Quem gosta de Zelda 1 e de quebra-cabeça some aqui.
- Cuphead in the Delicious Last Course
A DLC do Cuphead: Ms. Chalice, ilha nova, chefes no estilo dos desenhos de 1930. Ainda pune o pulo errado. Só faz sentido com o jogo base.
- 13 Sentinels: Aegis Rim
Treze adolescentes, mecha e viagem no tempo. Metade visual novel, metade torre de defesa. A Vanillaware desenha cada quadro; a trama pede paciência.
- What Remains of Edith Finch
Cada cômodo da casa é a morte de um parente, contada num minijogo. Uma hora e pouco. Não é combate; é o texto e o controle juntos.
- Fez
Gomez ganha a terceira dimensão e o mundo 2D gira. Cubos, códigos, linguagem própria. O Switch aguenta o que o 360 já fazia.
- Super Mario Maker 2
Editor de fase de Mario, com modo história e o que a comunidade posta. Sem internet sobra o modo história; com internet não acaba.
- Monster Hunter Rise
Caçada de 15 a 50 minutos, cão e gato para mobilidade. O argumento do Rise no Switch é o portátil. Sunbreak é DLC à parte.
- Downwell
Você cai num poço e atira com as botas. Roguelike de um polegar, partidas de dois minutos. Cabe entre uma parada e outra.
- Diablo III: Eternal Collection
O Diablo de console, com os dois expansions. Local e online. No Switch é o farm de temporada no sofá, não o PvP.
- SteamWorld Dig 2
Mina, upgrade e mapa que abre para os lados. Melhor que o primeiro. Uma campanha justa, sem enrolação.
- Ikaruga
Nave que troca de cor: branco absorve branco, preto absorve preto. Um stage, um crédito, um ranking. Arcade puro.
- Cave Story +
O indie que veio antes da loja de indie. Pixel, arma que evolui, finais diferentes. A versão plus tem arranjo novo e o original.
- Inscryption
Card game numa cabana; depois o jogo vira outra coisa. Spoiler é o próprio design. Uma campanha; o modo Kaycee é extra.
- Quake Remastered
O Quake de 1996 com o KEX: 60 fps, multiplayer, os expansions. Ainda é o FPS de corredor e foguete. No portátil surpreende.
- Cuphead
Chefes em desenho de 1930, dois botões e o resto é timing. Local com o segundo jogador. Difícil de propósito.
- The Stanley Parable: Ultra Deluxe
Escritório, narrador e o jogo zoando o fato de você estar jogando. A Ultra Deluxe empilha camadas em cima do original. Curto, se você deixar.
- Dragon Ball FighterZ
Anime 2D da Arc System. Times de três, combo no ar, online. No Switch o input sofre um pouco; o visual não.
- Kentucky Route Zero: TV Edition
Aventura ponto-e-clique com rodovia subterrânea e gente falando como gente. Cinco atos mais os interlúdios. Mais teatro que puzzle.
- Guacamelee! 2
Luchador que troca de plano entre o mundo dos vivos e o dos mortos. Co-op local. A sequência assume que você já bateu o primeiro.
- Enter the Gungeon
Roguelike de tiro de cima: a arma pode ser uma abelha, uma esponja, um telefone. Local com o segundo player. Morre rápido, volta rápido.
- The Legend of Zelda: Link's AwakeningAventuraAno: 2019Metacritic 87
Remake do Zelda de Game Boy, agora em mini diorama. Mesma Ilha Koholint, mesma marimba. Curto, doce, e o final continua o mesmo.
- Super Mega Baseball 4EsporteAno: 2020Metacritic 87
Beisebol arcade com humor de cartoon. Local e online. Não é MLB The Show; são partidas de 20 minutos no sofá.
- Two Point CampusSimulaçãoAno: 2022Metacritic 87
Você monta a faculdade: curso, quarto, cantina. Humor britânico igual ao Hospital. Sandbox; não tem tela de créditos.
- TinykinPlataformaAno: 2022Metacritic 87
Plataforma 3D em casa de boneca: você é pequeno e manda Tinykins fazerem o trabalho. Sem dano, sem pressa. Bom com criança do lado.
- Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder's RevengeAçãoAno: 2022Metacritic 87
Beat 'em up da Dotemu no traço de 1987. Até seis no local. O modo história é curto; o arcade é o ponto.
- Theatrhythm Final Bar LineRitmoAno: 2023Metacritic 87
Rhythm game com o catálogo do Final Fantasy. Toque no tempo, cartinhas, modos. Para quem já tem a trilha no ouvido.
- Overcooked! All You Can EatSimulaçãoAno: 2021Metacritic 87
Cozinha caótica, local até quatro. O pacote junta o 1, o 2 e as DLCs. Amizade termina e recomeça na mesma fase.
- OlliOlli WorldPlataformaAno: 2022Metacritic 87
Skate 2D da Roll7, agora num mapa pequeno. Combo, grind, ranking. Mais colorido que os anteriores, ainda exige timing.
- Axiom VergeMetroidvaniaAno: 2017Metacritic 87
Metroidvania com arma que glitcha o cenário. Mapa grande, segredo atrás de parede falsa. Feito por uma pessoa; o tom é ficção científica antiga.
- GrindstoneQuebra-cabeçaAno: 2020Metacritic 87
Encaixe de pedras numa caverna, com combo que vira cadeia de golpe. Partidas curtas. Diário, sem urgência.
- Katamari Damacy REROLLAventuraAno: 2018Metacritic 87
Você rola uma bola e o mundo cola nela. Primeiro a casa, depois a cidade. O REROLL é o original com o visual limpo. Curto e estranho no bom sentido.
- OwlboyPlataformaAno: 2018Metacritic 87
Plataforma com asas e um canhão que o amigo segura. Pixel alto, história de vila no céu. Ritmo mais lento que o visual sugere.
- Velocity 2XTiroAno: 2018Metacritic 87
Nave que teleporta pelo cenário. Speedrun de corredor, fase curta. Port do Vita que ainda pede precisão.
- Streets of Rage 4AçãoAno: 2020Metacritic 87
O beat 'em up de 1991 refeito pela Dotemu e pela Lizardcube. Trilha nova e a antiga. Local até quatro, online.
- There is no game : Wrong dimensionAventuraAno: 2021Metacritic 87
O jogo insiste que não é um jogo e você clica mesmo assim. Point-and-click que zoa o gênero. Uma sentada.
- IconoclastsPlataformaAno: 2018Metacritic 87
Plataforma com chave de boca, chefe grande e texto demais no meio. Visual forte, combate justo. Uma campanha.
- The Last FriendEstratégiaAno: 2022Metacritic 86
Tower defense com um único amigo no centro. Estranho, curto, pixel. Indie que cabe numa noite.
- BustafellowsAventuraAno: 2021Metacritic 86
Visual novel de namoro com quatro caras e um mistério policial. Uma rota por personagem. Para quem quer texto, não ação.
- Rocket LeagueEsporteAno: 2017Metacritic 86
Carro de futebol. No Switch o online é o modo; local existe. Precisa de Nintendo Switch Online para o que importa.
- The Great Ace Attorney ChroniclesAventuraAno: 2021Metacritic 86
Phoenix Wright na Londres vitoriana, com Ryunosuke. Dois jogos no pacote. Testemunho, objeção, e o Holmes da Capcom.
- Overboard!AventuraAno: 2021Metacritic 86
Você é a assassina no navio e tem um dia para não ser pega. Loop curto, várias rotas. Feito pela Inkle.
- The MessengerPlataformaAno: 2018Metacritic 86
Ninja 8-bit que vira 16-bit no meio do jogo. Pulo, nuvem, mapa que reabre. Humor de mensagem de entrega.
- Disco Elysium: The Final CutRPGAno: 2021Metacritic 86
RPG sem combate: você discute com as próprias skills. Martinaise, álcool e política. No Switch roda; o texto é o jogo.
- UnpackingQuebra-cabeçaAno: 2021Metacritic 86
Você desfaz malas em cada mudança da vida da personagem. Sem falha, sem timer. Uma hora e pouco, trilha baixa.
- Monster Boy and the Cursed KingdomPlataformaAno: 2018Metacritic 86
Wonder Boy com forma de dragão, leão e macaco. Metroidvania clássico, mapa grande. Gente da era Master System no crédito.
- TransistorAçãoAno: 2018Metacritic 86
Ação isométrica da Supergiant, depois de Bastion. A espada fala. Combate que pausa e arma combo. Uma campanha, uma trilha.
- Bayonetta 3AçãoAno: 2022Metacritic 86
Cabelo, demônio e um vilão que multiplica a bruxa. Combate da Platinum no OLED. A história dividiu; o combo não.
- Minecraft: Nintendo Switch EditionAventuraAno: 2018Metacritic 86
A edição antiga, a que veio no cartucho. Hoje a loja manda para o Bedrock. Fica na lista porque era o Minecraft do Switch na época.
- Shantae and the Pirate's CursePlataformaAno: 2018Metacritic 86
O melhor Shantae 2D para muita gente: sem dança, com pistola e risco. Mapa de ilha, itens, tom de cartoon.
- Guacamelee! Super Turbo Championship EditionPlataformaAno: 2018Metacritic 86
O primeiro Guacamelee, pacote completo. Troca de plano, luchador, co-op. Se for ter só um, o 2 é mais jogo; este é a origem.
- Kirby and the Forgotten LandPlataformaAno: 2022Metacritic 85
Kirby em 3D de verdade, com boca que vira carro, rolo compressor, escada rolante. Fases curtas, co-op local com o Waddle Dee. A HAL acertou o pulo da série para o espaço.
- Xenoblade Chronicles 2RPGAno: 2017Metacritic 83
Rex, Pyra e um mundo em cima de titãs. O combate de Blade só abre depois de horas. Tem o fan service que irrita; o mapa e a trilha compensam. É o Xenoblade que mais gente jogou no Switch.
- Super Mario Galaxy + Super Mario Galaxy 2PlataformaAno: 2025Metacritic 87
Os dois Galaxy de Wii num pacote. Gravidade, planetinha, trilha do Kondō. O 2 é o que faltava no 3D All-Stars. Giro no Joy-Con não é o sensor do Wii, mas o pulo continua o mesmo.
- The Legend of Zelda: Echoes of WisdomAventuraAno: 2024Metacritic 85
Zelda, não Link. Você copia objetos e inimigos e monta o puzzle com isso. Visual do Link's Awakening. O frame cai no mapa aberto; o truque da Tri Rod segura.
- Super Mario Party JamboreeFestaAno: 2024Metacritic 82
O Mario Party gordo: tabuleiros novos, minigame até cansar, local até quatro. Não inventa o gênero; junta o que a série acertou. É o que você liga quando tem gente no sofá.
- Shin Megami Tensei V: VengeanceRPGAno: 2024Metacritic 87
Tóquio em ruína, demônio na fusão, duas rotas. A Vengeance é o SMT V completo, com o caminho novo. Combate por fraqueza no estilo Atlus; o tom é o de sempre.
- Octopath Traveler IIRPGAno: 2023Metacritic 85
Oito protagonistas, HD-2D, turno com break. Melhor que o primeiro no mapa e no texto. Você joga um capítulo de cada; a Square acertou a fórmula no Switch.
- The Witcher 3: Wild Hunt - Complete EditionRPGAno: 2019Metacritic 85
Geralt no portátil, com as duas expansions. O mundo é o mesmo; o frame e o blur não. Mesmo assim é o RPG de mundo aberto que o Switch não tinha. Complete Edition, 2019.
- Unicorn OverlordEstratégiaAno: 2024Metacritic 86
Estratégia da Vanillaware: você monta o esquadrão e o combate roda sozinho, bonito. Mapa de conquista, pixel alto. Quem curte Fire Emblem encontra outro ritmo aqui.
- Mario & Luigi: BrothershipRPGAno: 2024Metacritic 77
Mario e Luigi de novo, agora em ilhas plugadas. Combate de irmão, overworld de navio. A série voltou depois de um tempo; o 77 no Meta não mata o humor.
- Pokémon Legends: Z-ARPGAno: 2025Metacritic 78
Lumiose City, batalha em tempo real, Mega. É o Legends de Kalos, não o de Hisui. Nota mista; o combate novo é o argumento.
- Metroid Prime 4: BeyondAçãoAno: 2025Metacritic 78
Samus de volta na Retro, planeta Viewros, moto no deserto. Saiu em 2025 nos dois Switch. Não é o Prime 1; o scan e o chefe ainda são Prime. A fila foi longa.
- Rhythm Heaven GrooveRitmoAno: 2026Metacritic 82
Mais de 80 minigames no tempo do botão. Local até quatro. A série voltou em 2026. Simples de pegar, chato de zerar no Super.
- Fire Emblem EngageRPGAno: 2023Metacritic 80
Fire Emblem depois de Three Houses: anéis, heróis de outros jogos, visual de anime brilhante. Combate mais arcade que o 3H. Quem quer política fica no anterior; quem quer mapa vem aqui.
- Animal WellMetroidvaniaAno: 2024Metacritic 90
Metroidvania sem combate de verdade: item novo, mapa que reabre, segredo em cima de segredo. Um autor, pixel denso. Quem gosta de Tunic some aqui.
- The Elder Scrolls V: SkyrimRPGAno: 2017Metacritic 84
O mesmo Skyrim, no portátil, com as DLCs. Dragão, guilda, bug clássico. No Switch é o farm de lado; o 84 é o port, não o 96 de 2011.
- Resident Evil 4AçãoAno: 2019Metacritic 84
Leon na aldeia, 2005, no Switch em 2019. Ombro, Ganado, merchant. Não é o remake. O clássico que virou o over-the-shoulder de todo mundo.
- Tomodachi Life: Living the DreamSimulaçãoAno: 2026Metacritic 77
Mii na ilha, namoro, emprego, sonho. Você cria o elenco e o jogo zoa sozinho. Não tem missão; o 77 não explica quem vicia nisso.
- Clubhouse Games: 51 Worldwide ClassicsFestaAno: 2020Metacritic 82
Xadrez, mancala, hanafuda, boxe de brinquedo. 51 jogos de tabuleiro num cartucho. Local e online. É o que você liga quando Mario Party é demais.
- BayonettaAçãoAno: 2018Metacritic 90
O primeiro, 2009, no Switch em 2018. Cabelo, anjo, dodge. Quem só tem o 2 e o 3 começa atrasado; a origem ainda é o combo.
A biblioteca do Nintendo Switch é enorme. Esta página fica nos que a crítica mais defendeu e nos exclusivos que a gente ainda recomenda comprar. As notas são o Metascore.
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