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Livros de Olavo de Carvalho: Top 10 Livros que Você Precisa Ler

Livros de Olavo de Carvalho: Top 10 Livros que Você Precisa Ler

Muitos já ouviram falar dele, mas poucos conhecem sua obra. Aqui forneceremos a lista dos melhores livros de Olavo de Carvalho para você ler e conhecer mais sobre os pensamentos do professor Olavo.

Olavo Luiz Pimentel de Carvalho (Campinas, 29 de abril de 1947) é um jornalista, ensaísta, conferencista, filósofo autodidata brasileiro e um dos principais representantes do conservadorismo no Brasil.

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Top 10 Livros do Olavo de Carvalho

  1. O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras
    Ciências Sociais | Ano: 1996 | Nota: 9.1

    O imbecil coletivo é um clássico. É preciso, no entanto, correr para que isso não seja compreendido pelo que não quer dizer. Correr para explicar que: 1) sim, este livro é reedição de uma obra clássica, cultuada, vendida a preço de ouro em sebos etc.; 2) e que tudo isso se dá sem prejuízo de que também seja obra de espantosa, assustadora, atualidade. O Brasil está todo explicado no volume que ora se folheia – o Brasil de 2018 tanto quanto o de 2028.

  2. A Nova Era e a Revolução Cultural
    Ciências Sociais | Ano: 1994 | Nota: 8.7

    “A ‘Nova Era’ da qual Fritjof Capra se tornou festejado porta-voz e a ‘Revolução Cultural’ de Antonio Gramsci têm algo em comum: ambas pretendem introduzir no espírito humano modificações vastas, profundas e irreversíveis. Ambas convocam à ruptura com o passado, e propõem à humanidade um novo céu e uma nova terra. A primeira vem alcançando imensa repercussão nos círculos científicos e empresariais brasileiros. A segunda, sem fazer tanto barulho, exerce há três décadas uma influência

  3. O Jardim das Aflições
    Filosofia | Ano: 1995 | Nota: 9.0

    A tese fundamental deste monumental ensaio é a de que a história do ocidente é marcada pela ideia de Império e de suas sucessivas tentativas de reestruturação; mesmo com roupagens diferentes, há sempre o mesmo objetivo: ampliar os domínios do Império até os limites do mundo visível. Essa é talvez a obra mais comentada e menos encontrada de Olavo de Carvalho.

  4. O Mínimo que Você Precisa Saber para não ser um Idiota
    Ciências Políticas | Ano: 2013 | Nota: 8.9

    Os 193 artigos e ensaios de Olavo de Carvalho, organizados por Felipe Moura Brasil em O mínimo que você precisa saber para não ser idiota, são uma pequena parcela dos textos assinados pelo filósofo em diversos veículos da imprensa brasileira entre 1997 e 2013. Com originalidade e veemência, o autor reflete sobre temas do dia a dia, analisa as notícias, o que nelas fica subentendido e procura entender o que se passa na cabeça do brasileiro.

  5. Aristóteles em Nova Perspectiva
    Filosofia | Ano: 1994 | Nota: 9.3

    Há embutida nas obras de Aristóteles uma ideia medular, que escapou à percepção de quase todos os seus leitores e comentaristas, da Antiguidade até hoje. Mesmo aqueles que a perceberam – e foram apenas dois, que eu saiba, ao longo dos milênios – limitaram-se a anotá-la de passagem, sem lhe atribuir explicitamente uma importância decisiva para a compreensão da filosofia de Aristóteles.

  6. Quais são os fatores e os atores históricos, políticos, ideológicos e econômicos que definem atualmente a dinâmica e a configuração do poder no mundo e qual a posição dos Estados Unidos da América no que é conhecido como Nova Ordem Mundial? Essa é a pergunta que o cientista político russo Alexandre Dugin e o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho procuram responder nesse debate, que atingiu momentos acalorados e polêmicos.

  7. Maquiavel ou a Confusão Demoníaca
    Filosofia | Ano: 2011 | Nota: 8.4

    Dos pensadores modernos mais célebres, Nicolau Maquiavel é talvez o primeiro a entregar ao público uma doutrina tão desencontrada e confusa. Tão desencontrada e tão confusa que um de seus melhores intérpretes, Benedetto Croce, resumiu quatro séculos de investigações com a conclusão desencantada de que o pensador florentino é ‘um enigma que jamais será resolvido’.

  8. A Filosofia e Seu Inverso & Outros Estudos
    Filosofia | Ano: 2012 | Nota: 8.3

    O que é pensar? O que une Kant às decisões da ONU em favor de um governo global? Por que o culto da ciência “começa na ignorância do que seja a razão e culmina no apelo explícito à autoridade do irracional”? Essas e outras questões são respondidas por este que é um dos livros de Olavo de Carvalho que reúne alguns de seus textos produzidos nos últimos anos. Mas devemos ler este livro? Há duas respostas possíveis: a dos seus detratores, sempre negativa.

  9. A Dialética Simbólica. Estudos Reunidos
    Filosofia | Ano: 2007 | Nota: 8.7

    Este livro de Olavo de Carvalho, para o poeta Bruno Tolentino, é parte essencial da filosofia do escritor, que só pode ser devidamente compreendida ao se levar em conta as questões que o autor aborda, com maestria, nessa reunião de estudos, habilmente coerida: o simbolismo e o modo de raciocínio analógico, a relação entre poesia e filosofia, o modo de existência dos gêneros literários e suas espécies, a metafísica e a cosmovisão tradicional como base da crítica artística – entre outros tópicos.

  10. A Formula Para Enlouquecer o Mundo
    Filosofia | Ano: 2015 | Nota: 8.2

    No Brasil de hoje, todos os “formadores de opinião” mais salientes, sem exceção visível – comentaristas de mídia, acadêmicos, políticos, figuras do show business – pensam por figuras de linguagem, sem a mínima preocupação – ou capacidade – de distinguir entre a fórmula verbal e os dados da experiência. Impõem seus estados subjetivos ao leitor ou ouvinte de maneira direta, sem uma realidade mediadora que possa servir de critério de arbitragem entre emissor e receptor da mensagem.

Principais Livros

Entre os principais livros de Olavo de Carvalho estão, entre outros, o seu primeiro livro que foi lançado em 1980 sob o título “A Imagem do Homem na Astrologia”. Escreveu em 1994 a obra “Aristóteles em Nova Perspectiva”, que seria lançada em 1996. Em 1995 o filósofo e jurista Miguel Reale, fundador da Academia Brasileira de Filosofia, encaminhou uma cópia da obra para apresentação no V Congresso Brasileiro de Filosofia.

Em 1996, publicou o livro que o tornou conhecido, “O imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras”, no qual critica duramente o meio cultural e intelectual brasileiro. A obra recebeu elogios de vários intelectuais, entre eles o jornalista Paulo Francis e o economista Roberto Campos, que classificou Olavo como “filósofo de grande erudição”

Seu livro O Mínimo que Você Precisa Saber para não Ser um Idiota é um apanhado de 193 artigos escritos por ele de 1997 até 2013, ano em que foi lançado, e vendeu algo próximo de 320 mil exemplares, recebendo elogios de jornalistas como Carlos Ramalhete, Euler de França Belém, Paulo Briguet e Reinaldo Azevedo, da Folha de S.Paulo e do Padre Paulo Ricardo.